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	<title>Comentários sobre: STF não sabe o que é jornalismo</title>
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		<item>
		<title>Por: Träsel</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-858</link>
		<dc:creator>Träsel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 19:50:16 +0000</pubDate>
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		<description>Caro anônimo, tomei a liberdade de acrescentar um &quot;covarde&quot; em sua falta de nome, o que farei com todos os comentários anônimos daqui por diante, nos moldes do www.slashdot.org. 

Fiz isso porque chama atenção uma defesa tão veemente de uma decisão do STF sem assinatura. É esse o jornalismo que você defende? Aliás, é essa a democracia que você defende? Uma democracia na qual os cidadãos não assumam a responsabilidade por suas opiniões? Se tivesse frequentado uma cadeira de ética no jornalismo, talvez você pudesse ter se poupado esse papelão.

No mais, além de não entender uma linha do que escrevi, você ainda defende que o tribunal supremo do país tome decisões com base em preconceitos ou na ignorância. Quem sabe uma faculdade lhe ensinasse o quanto a manutenção do Estado de Direito é fundamental e como decisões arbitrárias põem em risco a legalidade. 

Finalmente, você critica a ditadura e me sai com essa:

&quot;O STF escreveu certo, mesmo que por linhas tortas…&quot;

Já vi muito motorista de táxi dizer o mesmo sobre a ditadura. Cuidado, hein? Está quase cruzando a linha do autoritarismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro anônimo, tomei a liberdade de acrescentar um &#8220;covarde&#8221; em sua falta de nome, o que farei com todos os comentários anônimos daqui por diante, nos moldes do <a href="http://www.slashdot.org" rel="nofollow">http://www.slashdot.org</a>. </p>
<p>Fiz isso porque chama atenção uma defesa tão veemente de uma decisão do STF sem assinatura. É esse o jornalismo que você defende? Aliás, é essa a democracia que você defende? Uma democracia na qual os cidadãos não assumam a responsabilidade por suas opiniões? Se tivesse frequentado uma cadeira de ética no jornalismo, talvez você pudesse ter se poupado esse papelão.</p>
<p>No mais, além de não entender uma linha do que escrevi, você ainda defende que o tribunal supremo do país tome decisões com base em preconceitos ou na ignorância. Quem sabe uma faculdade lhe ensinasse o quanto a manutenção do Estado de Direito é fundamental e como decisões arbitrárias põem em risco a legalidade. </p>
<p>Finalmente, você critica a ditadura e me sai com essa:</p>
<p>&#8220;O STF escreveu certo, mesmo que por linhas tortas…&#8221;</p>
<p>Já vi muito motorista de táxi dizer o mesmo sobre a ditadura. Cuidado, hein? Está quase cruzando a linha do autoritarismo.</p>
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	<item>
		<title>Por: Covarde anônimo</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-856</link>
		<dc:creator>Covarde anônimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 03:52:14 +0000</pubDate>
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		<description>Não importa se o STF sabe ou não o que é jornalismo; o importante é que a decisão representa um passo em direção à democracia. A analogia que você faz é simplista - e falaciosa -, pois os jornais (todos sabemos) não têm interesse em contratar &#039;joãozinhos&#039;, e sim profissionais capacitados, que vão se submeter à política editorial da empresa (como vc mesmo diz) independente se conquistaram o diploma ou não. 

Vc contradiz a sua idéia (de manter a obrigatoriedade do diploma) quando aponta o jornalista como um escritor que não tem controle e decisão sobre o que escreve. Sim, vc está certo, mas, desta feita, fica claro o quanto é desnecessário a formação superior para exercer a profissão, pois tudo o que é publicado está sob controle de uma hierarquia! 

Vcs, defensores do diploma - que se dizem éticos só pq sentaram num banco de faculdade - deviam ser mais honestos e aceitar (agora) que o Jornalismo é e deve ser para sempre uma atividade cidadã no Brasil, assim como a arte e a política. Ter ética, nesse caso, é reconhecer que mais um muro da ditadura foi derrubado com a decisão do Supremo, pois o fazer jornalístico, em todos os seus aspectos, se torna acessível à população. Parem de buscar argumentos: não há nada (absolutamente nada) que justificasse a manutenção do Decreto Lei!  

O STF escreveu certo, mesmo que por linhas tortas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não importa se o STF sabe ou não o que é jornalismo; o importante é que a decisão representa um passo em direção à democracia. A analogia que você faz é simplista &#8211; e falaciosa -, pois os jornais (todos sabemos) não têm interesse em contratar &#8216;joãozinhos&#8217;, e sim profissionais capacitados, que vão se submeter à política editorial da empresa (como vc mesmo diz) independente se conquistaram o diploma ou não. </p>
<p>Vc contradiz a sua idéia (de manter a obrigatoriedade do diploma) quando aponta o jornalista como um escritor que não tem controle e decisão sobre o que escreve. Sim, vc está certo, mas, desta feita, fica claro o quanto é desnecessário a formação superior para exercer a profissão, pois tudo o que é publicado está sob controle de uma hierarquia! </p>
<p>Vcs, defensores do diploma &#8211; que se dizem éticos só pq sentaram num banco de faculdade &#8211; deviam ser mais honestos e aceitar (agora) que o Jornalismo é e deve ser para sempre uma atividade cidadã no Brasil, assim como a arte e a política. Ter ética, nesse caso, é reconhecer que mais um muro da ditadura foi derrubado com a decisão do Supremo, pois o fazer jornalístico, em todos os seus aspectos, se torna acessível à população. Parem de buscar argumentos: não há nada (absolutamente nada) que justificasse a manutenção do Decreto Lei!  </p>
<p>O STF escreveu certo, mesmo que por linhas tortas&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: lucia</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-850</link>
		<dc:creator>lucia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:20:47 +0000</pubDate>
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		<description>q tal iniciar uma campanha pela NÃO obrigatoriedade de Diploma para exercer o cargo de Juíz do STF??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>q tal iniciar uma campanha pela NÃO obrigatoriedade de Diploma para exercer o cargo de Juíz do STF??</p>
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	<item>
		<title>Por: Alves</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-845</link>
		<dc:creator>Alves</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 16:42:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://trasel.com.br/blog/?p=183#comment-845</guid>
		<description>Concordo com o comentário do GBRL, reforço as críticas ao STF, mas só mais uma coisa:

Não interfere no modelo político e econômico, Träsel? Poxa.

No mesmo sopro tu fala que &quot;a hierarquia editorial, de forma direta, e a própria cultura profissional, indiretamente, detêm o poder sobre o noticiário&quot; e que, agora, &quot;será possível substituir jornalistas criadores de caso por funcionários sem a mesma cultura profissional&quot;. Sempre foi possível substituir jornalistas, vai continuar sendo. Mais: nem todo jornalista é um “criador de caso”; longe disso. Do que se obtém a seguinte lógica: se todos têm a mesma cultura profissional – leia-se, se todos são jornalistas –, é possível fazer alguma coisa quanto ao que é produzido na empresa; se alguns chegam com outra (porque a idéia não é contratar só gente sem formação, imagino) ou talvez nenhuma, aí a cultura permanece a mesma. É sério? 

&quot;Sim, porque às vezes os jornalistas se rebelam contra a hierarquia; apenas não podem fazer muito mais do que se demitir em nome de seus princípios.&quot; Ué, e precisa ter diploma em jornalismo pra se rebelar contra a hierarquia? Ou o problema tá nos princípios? Os dos outros não são suficientemente bons, por não terem o mesmo diploma, a mesma formação? O fato é que se os princípios são outros, melhores ou piores, se a &#039;cultura profissional&#039; é outra, as rebeliões vão se dar também em outras frentes, por outros motivos. E aí sim que o modelo político e econômico pode mudar, né.

No mais, acho que tu faz uma leve inversão quanto ao que realmente interessa. A pergunta não era &quot;tinha mesmo motivo pra derrubar?&quot;, mas se tinha algum argumento pra que fosse mantida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com o comentário do GBRL, reforço as críticas ao STF, mas só mais uma coisa:</p>
<p>Não interfere no modelo político e econômico, Träsel? Poxa.</p>
<p>No mesmo sopro tu fala que &#8220;a hierarquia editorial, de forma direta, e a própria cultura profissional, indiretamente, detêm o poder sobre o noticiário&#8221; e que, agora, &#8220;será possível substituir jornalistas criadores de caso por funcionários sem a mesma cultura profissional&#8221;. Sempre foi possível substituir jornalistas, vai continuar sendo. Mais: nem todo jornalista é um “criador de caso”; longe disso. Do que se obtém a seguinte lógica: se todos têm a mesma cultura profissional – leia-se, se todos são jornalistas –, é possível fazer alguma coisa quanto ao que é produzido na empresa; se alguns chegam com outra (porque a idéia não é contratar só gente sem formação, imagino) ou talvez nenhuma, aí a cultura permanece a mesma. É sério? </p>
<p>&#8220;Sim, porque às vezes os jornalistas se rebelam contra a hierarquia; apenas não podem fazer muito mais do que se demitir em nome de seus princípios.&#8221; Ué, e precisa ter diploma em jornalismo pra se rebelar contra a hierarquia? Ou o problema tá nos princípios? Os dos outros não são suficientemente bons, por não terem o mesmo diploma, a mesma formação? O fato é que se os princípios são outros, melhores ou piores, se a &#8216;cultura profissional&#8217; é outra, as rebeliões vão se dar também em outras frentes, por outros motivos. E aí sim que o modelo político e econômico pode mudar, né.</p>
<p>No mais, acho que tu faz uma leve inversão quanto ao que realmente interessa. A pergunta não era &#8220;tinha mesmo motivo pra derrubar?&#8221;, mas se tinha algum argumento pra que fosse mantida.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: GBRL</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-842</link>
		<dc:creator>GBRL</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 12:38:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://trasel.com.br/blog/?p=183#comment-842</guid>
		<description>Concordo com a lógica de que exigência de diploma não fere em nada a liberdade de expressão.

Sobre a liberdade que as pessoas têm para usar a web, concordo também, mas lembra que tinha jornalista sindicalizado dizendo que postar notícias em blogs deveria ser permitido apenas a jornalistas? E era jornalista sindicalizado daqui do sul mesmo.

No entanto, continuo achando que esse chororô dos jornalistas não passa de um medo infundado de perder seus empregos e ver a concorrência aumentar. Digo &quot;infundado&quot; porque a lógica para contratação de alguém vai continuar sendo a mesma: competência. Se neguinho não tiver isso, pode ter o melhor diploma do mundo que não vai adiantar.

Pra finalizar, perceber que a mais alta corte do país tomou uma decisão apoiada em um argumento falho é realmente de dar medo.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com a lógica de que exigência de diploma não fere em nada a liberdade de expressão.</p>
<p>Sobre a liberdade que as pessoas têm para usar a web, concordo também, mas lembra que tinha jornalista sindicalizado dizendo que postar notícias em blogs deveria ser permitido apenas a jornalistas? E era jornalista sindicalizado daqui do sul mesmo.</p>
<p>No entanto, continuo achando que esse chororô dos jornalistas não passa de um medo infundado de perder seus empregos e ver a concorrência aumentar. Digo &#8220;infundado&#8221; porque a lógica para contratação de alguém vai continuar sendo a mesma: competência. Se neguinho não tiver isso, pode ter o melhor diploma do mundo que não vai adiantar.</p>
<p>Pra finalizar, perceber que a mais alta corte do país tomou uma decisão apoiada em um argumento falho é realmente de dar medo.</p>
<p>Abraço!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Vinícius Carvalho</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-840</link>
		<dc:creator>Vinícius Carvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 03:20:51 +0000</pubDate>
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		<description>Muito coerente o texto professor, afuzel!
Quando alguém me pergunta sobre o tema, eu mando ler esse post.
Não que alguém pergunte, mas eu mando!
E obrigado pelo comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito coerente o texto professor, afuzel!<br />
Quando alguém me pergunta sobre o tema, eu mando ler esse post.<br />
Não que alguém pergunte, mas eu mando!<br />
E obrigado pelo comentário.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Parabéns brasileiros, somos todos jornalistas! &#171; Autofoco</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-839</link>
		<dc:creator>Parabéns brasileiros, somos todos jornalistas! &#171; Autofoco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 02:14:09 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Träsel, Magda, Medina e Alex Primo só para começar. [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Träsel, Magda, Medina e Alex Primo só para começar. [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: bruno neyra</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-836</link>
		<dc:creator>bruno neyra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 20:49:50 +0000</pubDate>
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		<description>espero que ao referir-se à violação da constituição na expressão radiofônica concordemos a respeito da necessidade de extinguir a exigência de licenças para rádios e tevês livres.
existe uma necessidade de reformar a lei de imprensa, garantindo assim o ofício de jornalista: suas responsabilidades (inclusive quanto à calúnia, injúria e difamação), seus direitos (como sigilo de fonte e prova da verdade) e seu campo (que não deveria incluir revistas e outras formas periódicas).
digo isto porque o jornalismo é um ofício delimitado no campo da comunicação. nem todo texto público é jornal, nem deveria ser. e nem todo jornal precisa ser impresso ou transmitido em broadcast: muitos jornais migraram para a web sem abandonar seu ofício e igualmente jornalistas deveriam ter condições de iniciar suas redações online.
quanto ao direito e à medicina, o argumento que me convenceu foi menos o da responsabilidade, mas da urgência. em condições de mercado, o homo oeconomicus escolhe seu investimento da melhor maneira possível. mas em caso de urgência, o primeiro advogado ou médico ao alcance do bolso serve. e aí o caminho para o charlatanismo está aberto. e ainda assim, questiono se o diploma é suficiente para validar este profissional, ou se é melhor regulamentar o exercício deste ofício, ao invés de validar seu realizdor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>espero que ao referir-se à violação da constituição na expressão radiofônica concordemos a respeito da necessidade de extinguir a exigência de licenças para rádios e tevês livres.<br />
existe uma necessidade de reformar a lei de imprensa, garantindo assim o ofício de jornalista: suas responsabilidades (inclusive quanto à calúnia, injúria e difamação), seus direitos (como sigilo de fonte e prova da verdade) e seu campo (que não deveria incluir revistas e outras formas periódicas).<br />
digo isto porque o jornalismo é um ofício delimitado no campo da comunicação. nem todo texto público é jornal, nem deveria ser. e nem todo jornal precisa ser impresso ou transmitido em broadcast: muitos jornais migraram para a web sem abandonar seu ofício e igualmente jornalistas deveriam ter condições de iniciar suas redações online.<br />
quanto ao direito e à medicina, o argumento que me convenceu foi menos o da responsabilidade, mas da urgência. em condições de mercado, o homo oeconomicus escolhe seu investimento da melhor maneira possível. mas em caso de urgência, o primeiro advogado ou médico ao alcance do bolso serve. e aí o caminho para o charlatanismo está aberto. e ainda assim, questiono se o diploma é suficiente para validar este profissional, ou se é melhor regulamentar o exercício deste ofício, ao invés de validar seu realizdor.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: tati rosa</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-835</link>
		<dc:creator>tati rosa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 18:16:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://trasel.com.br/blog/?p=183#comment-835</guid>
		<description>“O único voto a favor da obrigatoriedade do diploma, dado pelo ministro Marco Aurélio Mello, coincide com minha opinião de que é preciso levar em conta a história da formação dos campos profissionais.”

Concordo.

Acho triste que a conquista de uma categoria profissional seja jogada pela janela por uma decisão que parece leviana e que é irrevogável.

É também através de construções como os sindicatos e outras representações de classe que a sociedade se manifesta. A obrigatoriedade do diploma para jornalistas não deve ter nascido de um dia para o outro, mas de ações e debates para os quais muita gente deve ter se dedicado – e dos quais muita gente deve ter se eximido também.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“O único voto a favor da obrigatoriedade do diploma, dado pelo ministro Marco Aurélio Mello, coincide com minha opinião de que é preciso levar em conta a história da formação dos campos profissionais.”</p>
<p>Concordo.</p>
<p>Acho triste que a conquista de uma categoria profissional seja jogada pela janela por uma decisão que parece leviana e que é irrevogável.</p>
<p>É também através de construções como os sindicatos e outras representações de classe que a sociedade se manifesta. A obrigatoriedade do diploma para jornalistas não deve ter nascido de um dia para o outro, mas de ações e debates para os quais muita gente deve ter se dedicado – e dos quais muita gente deve ter se eximido também.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Träsel</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=183&#038;cpage=1#comment-833</link>
		<dc:creator>Träsel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:07:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://trasel.com.br/blog/?p=183#comment-833</guid>
		<description>Sei não, Jeanne. Para mim, esse papo de desregulamentação e &quot;reconhecimento dos pares&quot; é o tipo de conversa que acaba levando a piores condições de trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sei não, Jeanne. Para mim, esse papo de desregulamentação e &#8220;reconhecimento dos pares&#8221; é o tipo de conversa que acaba levando a piores condições de trabalho.</p>
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