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	<title>Comentários sobre: A questão do diploma de Jornalismo</title>
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		<title>Por: Pe. José Erinaldo</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-841</link>
		<dc:creator>Pe. José Erinaldo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 06:44:08 +0000</pubDate>
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		<description>Quase ninguém dará muito crédito a determinados pontos-de-vista sem a garantia de uma vida profissional. Saber da origem do texto é fundamental para sua legítima compreensão. A atuação de um profissional garante mais credibilidade. Optar pelo contrário, é decidir pelo faz-de-conta, pelo costumeiro &quot;jeitinho brasileiro&quot;, que faz a cama da corrupção no nosso país.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quase ninguém dará muito crédito a determinados pontos-de-vista sem a garantia de uma vida profissional. Saber da origem do texto é fundamental para sua legítima compreensão. A atuação de um profissional garante mais credibilidade. Optar pelo contrário, é decidir pelo faz-de-conta, pelo costumeiro &#8220;jeitinho brasileiro&#8221;, que faz a cama da corrupção no nosso país.</p>
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	<item>
		<title>Por: Gilton Santhouza</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-818</link>
		<dc:creator>Gilton Santhouza</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:15:39 +0000</pubDate>
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		<description>Há muito pano para mangas. No entanto, a discussão remete a tantos pontos e que não daria para num simples texto explanar. Na ordem mundial, digo respeitando o prisma jurídico, não há graduação de jornalismo em paises como Estados Unidos, França, Canadá e tantos outros pelo mundo; mas existem especializações nesta área da comunicação social, inclusive jornalismo. Devemos lembrar da carta de princípios de Chapultepec que diz não haver pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa, que o exercício dessa não é uma concessão das autoridades, é um direito inalienável do povo. Além do artigo 4º do Pacto da San Jose da Costa Rica, ao qual o Brasil aderiu em 1992; onde garante a liberdade de pensamento e de expressão como direito fundamental do homem. Assim como citado, o jornalista como a sua técnica, indubitavelmente, deve informar de forma clara e concisa sobre o que ouviu, viu e entrevistou; tudo bem. Mas sabemos que não é bem assim o que acontece. O jornalista, normalmente está atrelado ao perfil extremamente definido da empresa, em que trabalha ou presta serviços. É de conhecimento notório o seu tolhimento, e que poucos são os profissionais da comunicação que ousam na verdadeira liberdade, tanto de imprensa, como de expressão. Portanto, sem querer estender o assunto, o que seria de imensa necessidade, é preciso que a FENAJ e Sindicatos pelo Brasil se pautem no que realmente é recorrente, e se unam aos demais profissionais da comunicação social, pois a posição do STF atinge também os bacharéis em Radio e Televisão. Vejo também muita vaidade por parte da FENAJ e dos sindicatos. As coisas estão muito confusas e nós próprios, os jornalistas, não temos conhecimentos de causa completamente.

Um grande abraço,
Gilton Santhouza
Jornalista</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há muito pano para mangas. No entanto, a discussão remete a tantos pontos e que não daria para num simples texto explanar. Na ordem mundial, digo respeitando o prisma jurídico, não há graduação de jornalismo em paises como Estados Unidos, França, Canadá e tantos outros pelo mundo; mas existem especializações nesta área da comunicação social, inclusive jornalismo. Devemos lembrar da carta de princípios de Chapultepec que diz não haver pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa, que o exercício dessa não é uma concessão das autoridades, é um direito inalienável do povo. Além do artigo 4º do Pacto da San Jose da Costa Rica, ao qual o Brasil aderiu em 1992; onde garante a liberdade de pensamento e de expressão como direito fundamental do homem. Assim como citado, o jornalista como a sua técnica, indubitavelmente, deve informar de forma clara e concisa sobre o que ouviu, viu e entrevistou; tudo bem. Mas sabemos que não é bem assim o que acontece. O jornalista, normalmente está atrelado ao perfil extremamente definido da empresa, em que trabalha ou presta serviços. É de conhecimento notório o seu tolhimento, e que poucos são os profissionais da comunicação que ousam na verdadeira liberdade, tanto de imprensa, como de expressão. Portanto, sem querer estender o assunto, o que seria de imensa necessidade, é preciso que a FENAJ e Sindicatos pelo Brasil se pautem no que realmente é recorrente, e se unam aos demais profissionais da comunicação social, pois a posição do STF atinge também os bacharéis em Radio e Televisão. Vejo também muita vaidade por parte da FENAJ e dos sindicatos. As coisas estão muito confusas e nós próprios, os jornalistas, não temos conhecimentos de causa completamente.</p>
<p>Um grande abraço,<br />
Gilton Santhouza<br />
Jornalista</p>
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	<item>
		<title>Por: o esperado debate do diploma &#124; Trezentos</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-816</link>
		<dc:creator>o esperado debate do diploma &#124; Trezentos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 13:22:59 +0000</pubDate>
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		<description>[...] Sérgio Murilo de Andrade, Sérgio Leo, Rodrigo Manzano, Rafael Galvão, Mauricio Stycer, muito Marcelo Träsel, Leandro Fortes, Laerte Braga, Jorge Rocha, Ivana Bentes, Hélio Paz, Flora Ribeiro, Elias [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Sérgio Murilo de Andrade, Sérgio Leo, Rodrigo Manzano, Rafael Galvão, Mauricio Stycer, muito Marcelo Träsel, Leandro Fortes, Laerte Braga, Jorge Rocha, Ivana Bentes, Hélio Paz, Flora Ribeiro, Elias [...]</p>
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		<title>Por: Graziele</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-814</link>
		<dc:creator>Graziele</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 00:04:44 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, e só para esclarecer: sou estudante de Jornalismo há três anos e, ao menos no currículo desta instituição, temos sim cadeiras de filosofia, sociologia, psicologia, história contemporânea, fundamentos da realidade brasileira e cidadania, crítica da mídia, entre outras que formam um profissional com senso crítico e conhecimentos globais sobre a sociedade em que atua. Concluam o que quiserem, mas Jornalismo é muito mais que escrever frases &quot;bonitinhas&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, e só para esclarecer: sou estudante de Jornalismo há três anos e, ao menos no currículo desta instituição, temos sim cadeiras de filosofia, sociologia, psicologia, história contemporânea, fundamentos da realidade brasileira e cidadania, crítica da mídia, entre outras que formam um profissional com senso crítico e conhecimentos globais sobre a sociedade em que atua. Concluam o que quiserem, mas Jornalismo é muito mais que escrever frases &#8220;bonitinhas&#8221;&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Graziele</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-813</link>
		<dc:creator>Graziele</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 23:52:15 +0000</pubDate>
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		<description>Estou indignada com os comentários abaixo! Em primeiro lugar, &quot;mané&quot; é quem tem preguiça de estudar para poder exercer a profissão, e acha que só porque existe o direito à liberdade de expressão qualquer um pode sair por aí publicando o que lhe vier à cabeça, dizendo que é notícia! &quot;Hipócrita&quot; é quem quer discorda da opinião do jornalista FORMADO que escreveu este artigo (entenderam, ele é formado em Jornalismo, ele estudou quatro anos de graduação e mais alguns de pós-graduações para fazer o que está fazendo, ou seja, ele sabe o que faz, não é qualquer um semi-analfabeto que não sabe sequer para quê serve o jornalismo e acha que todos podem fazer isso, sem o mínimo de conhecimento sobre ética, fundamentos da comunicação, técnicas de redação, diagramação, entre muitas outras coisas!). Sr. Marcelo Träsel, sem querer parafrasear ninguém, mas descupe-os, pois eles não sabem o que fazem!!! Acusam o seu texto de ser demasiadamente longo, porque simplesmente não sabem que existem vários tipos de textos jornalísticos (claro que não sabem, pois desprezam a formação universitária!), e um deles é o artigo jornalístico, que é razoavelmente maior que uma &quot;nota&quot; ou &quot;notícia&quot;, e que, aliás, é um gênero totalmente diferente destes dois por ser essencialmente opinativo, enquanto as notícias em si devem ser neutras, apenas contando o fato sem emitir julgamento algum, mesmo que subjetivamente. Aliás, vocês acham que nós ficamos fazendo o quê na faculdade durante quatro anos, já que consideram supérfluo o conhecimento universitário? Será que saímos da universidade com a mesma visão jornalística de quem nunca entrou? Será que a sociedade merece receber informação de alguém que não tem conhecimento para transmiti-la?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou indignada com os comentários abaixo! Em primeiro lugar, &#8220;mané&#8221; é quem tem preguiça de estudar para poder exercer a profissão, e acha que só porque existe o direito à liberdade de expressão qualquer um pode sair por aí publicando o que lhe vier à cabeça, dizendo que é notícia! &#8220;Hipócrita&#8221; é quem quer discorda da opinião do jornalista FORMADO que escreveu este artigo (entenderam, ele é formado em Jornalismo, ele estudou quatro anos de graduação e mais alguns de pós-graduações para fazer o que está fazendo, ou seja, ele sabe o que faz, não é qualquer um semi-analfabeto que não sabe sequer para quê serve o jornalismo e acha que todos podem fazer isso, sem o mínimo de conhecimento sobre ética, fundamentos da comunicação, técnicas de redação, diagramação, entre muitas outras coisas!). Sr. Marcelo Träsel, sem querer parafrasear ninguém, mas descupe-os, pois eles não sabem o que fazem!!! Acusam o seu texto de ser demasiadamente longo, porque simplesmente não sabem que existem vários tipos de textos jornalísticos (claro que não sabem, pois desprezam a formação universitária!), e um deles é o artigo jornalístico, que é razoavelmente maior que uma &#8220;nota&#8221; ou &#8220;notícia&#8221;, e que, aliás, é um gênero totalmente diferente destes dois por ser essencialmente opinativo, enquanto as notícias em si devem ser neutras, apenas contando o fato sem emitir julgamento algum, mesmo que subjetivamente. Aliás, vocês acham que nós ficamos fazendo o quê na faculdade durante quatro anos, já que consideram supérfluo o conhecimento universitário? Será que saímos da universidade com a mesma visão jornalística de quem nunca entrou? Será que a sociedade merece receber informação de alguém que não tem conhecimento para transmiti-la?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Franciélly</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-809</link>
		<dc:creator>Franciélly</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 03:02:51 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo plenamente com o comentario de Amelia Araujo, comecei o curso de graduação em jornalismo a um semestre e quero ser diplomada em jornalismo, não pela questão do diploma que realmente não é uma garantia de um bom ou mal profissional...mas sim pelo reconhecimneto da profissão ser jornalista é muito mais do que uma liberdade de expressão!
 Ser jornalista é aprender a ter senso critico!
Realmente é um absurdo essa decisão da STF e mais absurdo é o argumneto que é mesmo mais uma questão trabalhista do que democratização da comunicação,no meu ponto de vista isso é uma desvalorição do jornalista!

ATT
uma futura JORNALISTA DIPLOMADA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo plenamente com o comentario de Amelia Araujo, comecei o curso de graduação em jornalismo a um semestre e quero ser diplomada em jornalismo, não pela questão do diploma que realmente não é uma garantia de um bom ou mal profissional&#8230;mas sim pelo reconhecimneto da profissão ser jornalista é muito mais do que uma liberdade de expressão!<br />
 Ser jornalista é aprender a ter senso critico!<br />
Realmente é um absurdo essa decisão da STF e mais absurdo é o argumneto que é mesmo mais uma questão trabalhista do que democratização da comunicação,no meu ponto de vista isso é uma desvalorição do jornalista!</p>
<p>ATT<br />
uma futura JORNALISTA DIPLOMADA</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cai exigência de diploma para ser jornalista. Comofas? &#124; träsel/blog</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-808</link>
		<dc:creator>Cai exigência de diploma para ser jornalista. Comofas? &#124; träsel/blog</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 22:12:05 +0000</pubDate>
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		<description>[...] coluna da direita, sou professor de jornalismo na Famecos/PUCRS. Alguns poderiam pensar que minha recente defesa do diploma foi um ato desesperado de manter o emprego. Pois não foi, porque não vejo ameaça aos empregos de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] coluna da direita, sou professor de jornalismo na Famecos/PUCRS. Alguns poderiam pensar que minha recente defesa do diploma foi um ato desesperado de manter o emprego. Pois não foi, porque não vejo ameaça aos empregos de [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anamélia Araújo</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-807</link>
		<dc:creator>Anamélia Araújo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 20:20:27 +0000</pubDate>
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		<description>Sou contra a decisão do Supremo, sim. Considero histórica a luta dos jornalistas pelo direito a uma regulamentação que garanta o mínimo de qualificação profissional para quem pretende trabalhar como jornalista.

Concordo com a Fenaj de que é um ataque sem precedentes, que procura aniquilar nossa regulamentação, com o argumento de que “a profissão de jornalista não requer qualificação profissional específica”. Visão mesquinha de quem quer atacar um direito garantido pela Constituição Federal.

Como estabelecer a confusão sobre cerceamento à liberdade de expressão e a censura, com o direito dos jornalistas terem uma regulamentação profissional que exija formação acadêmica?

A regulamentação garante, sem dúvida, o direito à informação qualificada, ética, democrática. Acredito que essa decisão, que chamo de “FORA DA NOVA ORDEM MUNDIAL”, só objetiva favorecer empresas de comunicação.

A população tem direito à informação de qualidade, baseada em princípios éticos. Os jornalistas têm direito à sua regulamentação profissional.

Garantia de qualidade nenhum diploma dá: existem péssimos médicos, com diploma, terríveis advogados, com diploma e incompetentes engenheiros, com diploma... Isso evidencia que diploma não é garantia de qualidade, MAS EU DORMI PREOCUPADA E ACORDEI COM UMA CERTEZA: SOU UMA JORNALISTA DIPLOMADA, PÓS-GRADUADA E PRESTES A ME TORNAR MESTRA E VOU LUTAR POR UMA CATEGORIA DE FORMAÇÃO ACADÊMICA DE QUALIDADE.

Não sou radical, considero excelentes jornalistas que não têm o diploma, como o Lúcio Flávio, que foi meu professor da UFPa e sou leitora dele, o Guilherme Augusto, do Diário, Chico Alencar da Câmara, Hamilton Pinheiro, meu mestre na Rádio Cultura, enfim, não nem para citar nomes porque são tantos e não quero cometer injustiças.
A questão não é como está e sim como pode vir a ficar (frase estranha essa), pois está se abrindo precedentes perigosos.

Anamélia Araújo
jornalista 1087 DRT-PA</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou contra a decisão do Supremo, sim. Considero histórica a luta dos jornalistas pelo direito a uma regulamentação que garanta o mínimo de qualificação profissional para quem pretende trabalhar como jornalista.</p>
<p>Concordo com a Fenaj de que é um ataque sem precedentes, que procura aniquilar nossa regulamentação, com o argumento de que “a profissão de jornalista não requer qualificação profissional específica”. Visão mesquinha de quem quer atacar um direito garantido pela Constituição Federal.</p>
<p>Como estabelecer a confusão sobre cerceamento à liberdade de expressão e a censura, com o direito dos jornalistas terem uma regulamentação profissional que exija formação acadêmica?</p>
<p>A regulamentação garante, sem dúvida, o direito à informação qualificada, ética, democrática. Acredito que essa decisão, que chamo de “FORA DA NOVA ORDEM MUNDIAL”, só objetiva favorecer empresas de comunicação.</p>
<p>A população tem direito à informação de qualidade, baseada em princípios éticos. Os jornalistas têm direito à sua regulamentação profissional.</p>
<p>Garantia de qualidade nenhum diploma dá: existem péssimos médicos, com diploma, terríveis advogados, com diploma e incompetentes engenheiros, com diploma&#8230; Isso evidencia que diploma não é garantia de qualidade, MAS EU DORMI PREOCUPADA E ACORDEI COM UMA CERTEZA: SOU UMA JORNALISTA DIPLOMADA, PÓS-GRADUADA E PRESTES A ME TORNAR MESTRA E VOU LUTAR POR UMA CATEGORIA DE FORMAÇÃO ACADÊMICA DE QUALIDADE.</p>
<p>Não sou radical, considero excelentes jornalistas que não têm o diploma, como o Lúcio Flávio, que foi meu professor da UFPa e sou leitora dele, o Guilherme Augusto, do Diário, Chico Alencar da Câmara, Hamilton Pinheiro, meu mestre na Rádio Cultura, enfim, não nem para citar nomes porque são tantos e não quero cometer injustiças.<br />
A questão não é como está e sim como pode vir a ficar (frase estranha essa), pois está se abrindo precedentes perigosos.</p>
<p>Anamélia Araújo<br />
jornalista 1087 DRT-PA</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Gilberto de Paiva</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-806</link>
		<dc:creator>Gilberto de Paiva</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 04:26:17 +0000</pubDate>
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		<description>Olha, eu até acho que os meios especializados em informação e notícia devam ter jornalistas formados responsáveis pelo conteúdo editorial, mas que todo jornalista tenha que ter um diploma já não acho necessário não.

O argumento do ministro é central a meu ver ... não há na atividade jornalística a necessidade de um conhecimento técnico-científico específico que justifique a necessidade de profissionais especializados para exercerem a profissão.

Diferentemente de profissões altamente técnicas e especializadas, onde o grau de profundidade dos conhecimentos e de treinamento profissional são cruciais para o desempenho mínimo aceitável.

Eu até gostaria que o jornalismo se desenvolvesse a ponto de que as notícias e informações jornalísticas pudessem ser objetos de pareceres técnicos profissionais como os pareceres médicos, de engenharia, científicos, etc, que nos garantisse a veracidade, utilidade, etc da informação ... mas sabemos bem que a atividade jornalística não se desenvolveu tecnicamente para ganhar esse patamar de credibilidade ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, eu até acho que os meios especializados em informação e notícia devam ter jornalistas formados responsáveis pelo conteúdo editorial, mas que todo jornalista tenha que ter um diploma já não acho necessário não.</p>
<p>O argumento do ministro é central a meu ver &#8230; não há na atividade jornalística a necessidade de um conhecimento técnico-científico específico que justifique a necessidade de profissionais especializados para exercerem a profissão.</p>
<p>Diferentemente de profissões altamente técnicas e especializadas, onde o grau de profundidade dos conhecimentos e de treinamento profissional são cruciais para o desempenho mínimo aceitável.</p>
<p>Eu até gostaria que o jornalismo se desenvolvesse a ponto de que as notícias e informações jornalísticas pudessem ser objetos de pareceres técnicos profissionais como os pareceres médicos, de engenharia, científicos, etc, que nos garantisse a veracidade, utilidade, etc da informação &#8230; mas sabemos bem que a atividade jornalística não se desenvolveu tecnicamente para ganhar esse patamar de credibilidade &#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Träsel</title>
		<link>http://trasel.com.br/?p=22&#038;cpage=1#comment-748</link>
		<dc:creator>Träsel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2009 14:51:55 +0000</pubDate>
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		<description>Carlos, obrigado pelo comentário. Ganhar elogio de historiador sendo jornalista realmente não é fácil. ;-)

Concordo totalmente com você. Creio que não apenas o curso de Jornalismo, como todos os cursos universitários devem estar sempre repensando seus currículos, para tentar atingir o melhor equilíbrio possível entre as exigências do mercado de trabalho -- que afinal de contas é o objetivo da formação em bacharelados e licenciaturas -- e a necessidade de formar cidadãos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carlos, obrigado pelo comentário. Ganhar elogio de historiador sendo jornalista realmente não é fácil. ;-)</p>
<p>Concordo totalmente com você. Creio que não apenas o curso de Jornalismo, como todos os cursos universitários devem estar sempre repensando seus currículos, para tentar atingir o melhor equilíbrio possível entre as exigências do mercado de trabalho &#8212; que afinal de contas é o objetivo da formação em bacharelados e licenciaturas &#8212; e a necessidade de formar cidadãos.</p>
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