RETOUR A LA NORMALE
– TĂŽ preocupada, que lĂĄ perto de casa tĂĄ tendo problema com milĂcia!
– Ah, mas agora milĂcia Ă© que nem calça jeans: tĂĄ em tudo que Ă© lugar.
Enviado por Michel.
– TĂŽ preocupada, que lĂĄ perto de casa tĂĄ tendo problema com milĂcia!
– Ah, mas agora milĂcia Ă© que nem calça jeans: tĂĄ em tudo que Ă© lugar.
Enviado por Michel.
– E o cara passou a mĂŁo em mim e roubou meu celular. Pior que ele tava armado!
– Nossa! E era arma de fogo ou arma branca?
– NĂŁo sei! Nem deu tempo de olhar a cor.
Enviado por RaĂssa.
– Esse AdĂlson precisa aprender a bater direito.
– Ă que ele Ă© guri, ainda.
– Ă! Ele precisa jogar com a gente pra, ver como se faz. Outro dia, quebrei o nariz de dois e nem por isso fui expulso.
– BĂĄ! Eu tambĂ©m quebrei o nariz de um uma vez, vĂ©i. Mas eu foi sem querer.
Enviado por Martina.
– Antigamente, a gente metia bala na mulher e nĂŁo tinha nada! Agora inventaram essa Lei maria-nĂŁo-sei-quĂȘ e, qualquer tapinha, jĂĄ prendem a gente.
[...]
– Um tĂĄxi, pagamento com voucher.
– Voucher de que cidade?
– Recife.
– Recife-Rio Grande do Sul?
– NĂŁo! Porto Alegre-Pernambuco.
– Ah entĂŁo TĂĄ!
Enviados por Maria do RosĂĄrio Pacheco.
– Eu nĂŁo gosto desses filmes melosos.
– Mas por quĂȘ?
– Ah! Num gosto! Filme pra mim tem que ter sangue, explosĂŁo, tiro, morte, pancadaria e um pouquinho de violĂȘncia!
Enviado por Ricardo de Oliveira.